Nossos Autores (por ordem alfabética):

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Adão Ventura

Antônio César Drummond Amorim

Branca Maria de Paula

Carlos Antônio Leite Brandão

Fausto Prats

Fernando Brant

Guilherme Mansur

Henfil

Humberto Guimarães

Ivana Versiani

Ilka Valle de Carvalho

Laís Corrêa de Araújo

Luiz Alves

Luiz Bras (Nelson de Oliveira)

Luiz Roberto Guedes

Manoel Lobato

Mariângela Haddad

Mario Vale

Marta Neves

Milton Nascimento

Mônica Versiani Machado

Oscar Bessi Filho

Otávio Ramos

Pati Woll (Patricia Maria Woll)

Rita Espeschit

Sandra Bianchi

Sebastião Nunes (Nuvens)

Silvio Costta

Adão Ventura

Nasceu em Santo Antônio do Itambé, MG, neto e bisneto de escravos. Os primeiros anos foram vividos praticamente na roça, em péssimas condições. Com muito esforço, Adão conseguiu estudar. Já morando Belo Horizonte, formou-se em Direito, pela UFMG.
Publicou o primeiro livro ainda na faculdade, quando já colaborava no Suplemento Literário do Minas Gerais, criado por Murilo Rubião, importante publicação, que foi referência entre os escritores mineiros de sua geração. Depois de formado, e de exercer várias atividades, mudou-se para Brasília, onde presidiu a Fundação Palmares, entidade governamental dedicada à cultura negra.
Em 1973 esteve nos Estados Unidos, lecionando literatura brasileira na Universidade do Novo México e participando do famoso International Writing Program, da Universidade de Iowa, destinado ao intercâmbio entre escritores jovens.
Obteve vários prêmios, participa de inúmeras antologias e tem poemas traduzidos para diversas línguas, entre elas inglês, espanhol, alemão e húngaro.
Adão Ventura morreu em junho de 2004, quando preparava a edição de suas obras completas, reunindo todos os livros publicados e dezenas de poemas inéditos. É considerado pela crítica um dos maiores poetas negros brasileiros de todo o século 20.

Antônio César Drummond Amorim

É mineiro de Bocaiúva. Formado em filosofia. Trabalhou no Banco do Brasil como supervisor na área de comunicação da presidência e foi co-editor do Suplemento Literário de Minas Gerais.
Com romances e contos para adultos e jovens obteve duas dezenas de prêmios, em âmbito nacional, entre outros: Guimarães Rosa, João-de-Barro, Cidade de Belo Horizonte, Alfredo Machado Quintela, Altamente Recomendável (FNLIJ) e Concurso Nacional de Contos do Paraná.
Livros seus foram selecionados em programas dos governos federal e de Minas e adaptados para cinema, teatro, televisão e festas populares.
Publicou História de um Primeiro Amor (Record, Dimensão), De Milena, Circo e Sonhos (Comunicação), Balé de Sombras (Lê), Droga de Cidade Grande (Paulinas) e Xixi na Cama (Dimensão. Participa de diversas coletâneas lançadas por editoras de todo o país.

Branca Maria de Paula

Escritora e fotógrafa, Branca nasceu em Aimorés, MG.
É licenciada em Filosofia pela FAFICH-UFMG, com especialização em Filosofia Contemporânea.
Publicou 15 livros e participa de várias antologias. Por seus contos, poemas e fotografias tem recebido diversas premiações.
Estreou na literatura em 1978, ao ser premiada no 30 Concurso Nacional de Contos Eróticos da Revista Status. A Mulher Proibida, seu primeiro livro, foi lançado em 1980 pela Editora Comunicação.
De 1983 a 1989, trabalhou na Imprensa Oficial de Minas Gerais. Foi Assessora do escritor Murilo Rubião e fez parte da Comissão de Redação do Suplemento Literário do Jornal Minas Gerais. Foi também Repórter Fotográfico do jornal Minas Gerais.
Escreveu seu primeiro roteiro longa-metragem, Kozmic Blues, em parceria com o cineasta mineiro Paulo Augusto Gomes e também colaborou no roteiro O Colecionador de Memórias, de José Américo Ribeiro.
Tem participado ativamente de congressos, festivais, feiras de livros, performances poéticas e outras tantas manifestações culturais relacionadas à literatura, ao cinema e à fotografia.
Trabalha atualmente no roteiro Anna D’África, longa-metragem.
Vive em Belo Horizonte.

Carlos Antônio Leite Brandão

Graduado em Arquitetura (UFMG, 1981), Cacá Brandão é Doutor em Filosofia (UFMG, 1997), Mestre em Filosofia (UFMG, 1987), Especialista em Cultura e Arte Barroca (UFOP, 1989).
Desde 1983 é professor de História e Teoria da Arte e da Arquitetura no Departamento de Análise Crítica e Histórica da Escola de Arquitetura da UFMG.
Como arquiteto, possui diversos prêmios nacionais e estrangeiros destacando-se o 3° lugar no Concurso Internacional Bibliotheca Alexandrina (Egito, 1987) e o título de “Arquiteto do ano” na Premiação do Instituto de Arquitetos do Brasil-MG (Belo Horizonte, 1997).
Tem diversos livros e artigos publicados sobre arquitetura e filosofia, com destaque para A Formação do Homem Moderno Vista Através da Aarquitetura (1991), Lojas: Arquitetura (1991) e Arquitetura Vertical (1992), livros estes publicados pela Editora AP Cultural (Belo Horizonte).
No campo da produção artística e literária, é autor do livro de poemas Com Vidro nos Olhos (Universitas, 1979). Desde 1991 é dramaturgista do Grupo Galpão, tendo recebido diversos prêmios com as adaptações de Romeu e Julieta (1991), Um Molière Imaginário (1997) e Partido (1999).

Fausto Prats

É um sujeito plural, com se vê pelo sobrenome terminado em S. E também um sujeito simples, como se vê pela ausência do E. Tudo porque o sobrenome tem origem catalã, por parte do pai, nascido em Barcelona, na Espanha. Fausto veio á luz em Iguape, São Paulo, em 1945, o que serviu de comemoração para o fim da Segunda Guerra Mundial.
Precoce, começou a trabalhar em jornais aos 18 aninhos, como ilustrador e cartunista. Em 67, agarrou também a publicidade e nunca mais largou, ninguém sabe o porquê. Mesmo assim, continuou trabalhando para vários jornais, inclusive o Pasquim, de saudosa memória.
No final dos anos 70, junto com outros cartunistas, lança a UAI!, primeira revista de HQ de humor de BH. Depois de ser dono de agência, diretor de arte, artista plástico e milhares de outras coisas, Fausto está hoje na Sabiá Comunicação, como diretor de arte Sênior, o que é normal aos 60 anos. Mas continua atuando como free lancer para jornais e editoras. Vaidoso, confessa que pretende aumentar sua extensa coleção de prêmios.

Fernando Brant

Nasceu em Caldas, MG.
Começou a compor em 1967 quando, com Travessia, em parceria com Milton Nascimento, ganhou o segundo lugar no Segundo Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro.
De lá para cá, compôs com Milton Nascimento, Tavinho Moura, Toninho Horta, Wagner Tiso, Lô Borges, Beto Guedes, Robertinho Brant, Joyce, Sirlan, Hélvius Vilella, Tunai, Yuri Popoff, Túlio Mourão, Flávio Venturini, Sérgio Santos e outros, mais de trezentas canções.
Foi e é gravado pelos principais intérpretes brasileiros: Elis Regina, Gal, Simone, Nana Caymmi, Fafá de Belém, Joanna, Joyce, Gonzaguinha, Beto Guedes, Lô Borges, Tadeu Franco, MPB-4, Ney Matogrosso, Quatorze Bis, Tavinho Moura etc. E Milton, naturalmente.
E mais: Sarah Vaugh, Paul Simon, Cristianne Legrand, Wayne Shorter, Tony Bennet, Mercedes Sosa, Sérgio Mendes e outros.
Criador do roteiro e letras dos espetáculos Maria Maria e Último Trem, encenados pelo Grupo Corpo. Roteiro do musical Manoel, o Audaz, e para musicais do grupo de teatro Ponto de Partida. Roteiro e diálogos do curta-metragem Os Irmãos Piriá e canções para trilhas de diversos filmes nacionais e novelas. Também criou, com Tavinho Moura, o musical brasileiro, ou ópera popular brasileira, Fogueira do Divino.

Guilherme Mansur

Poeta, editor e tipógrafo, nasceu em Ouro Preto, MG.
Nos anos 70, atuou no movimento de “Arte Postal” e participa da “International Mail-art Exhibition” (Monza, Itália). Funda e edita a revista-saco “Poesia Livre” por nove anos.
Na década seguinte edita livros de poesia de Álvaro Andrade Garcia, Haroldo de Campos, Carlos Ávila, Sylvio Back, Jussara Salazar, Régis Bonvicino, Laís Corrêa de Araújo, Paulo Leminski e Alice Ruiz, entre outros. Monta o poema-instalação Sísifo.
Nos anos 90 edita a série de poemas-cartazes Não/Nada com vários colaboradores como Augusto de Campos e Arnaldo Antunes, entre outros. Monta o poema-instalação Quadriláxia e publica o seu primeiro livro de poesia, Os sete fôlegos (Ed. Risco do Ofício), depois reeditado sob o título Gatimanhas & Felinuras, em parceria com Haroldo de Campos (Ed. Katze Caderno). Executa por quatro anos uma série de chuvas de poesia das torres das igrejas de Ouro Preto. Faz a reforma gráfica do “Suplemento Literário de Minas Gerais” e trabalha como paginador do jornal durante oito anos. Publica a plaquete Hai-Kais, com Alice Ruiz (Ed. Cantaria). Dirige oficina de editoração no Festival de Inverno da UFMG. Monta o poema-instalação Bashôbananeira. Cria a série Bandeiras ¬– Territórios Imaginados, poemas verbo-visuais.
Anos 2000. Edita a revista de fotografia Lambe-Lambe. Cria a fonte digital Verga, publicada na revista “Tupigrafia” (São Paulo). Funda e edita o jornal de arte e poesia “Amilcar”. Publica os livros Barrocobeat (Ed. Tigre do Espelho), e Bené Blake, com Dimas Guedes (Ed. Cantaria). Publica os calendários Na carta que veio de Minas / Um ósculo de óxido de ferro (2005) e Bananeiravodum (2006), com Nair de Paula Soares. Cria “Alfacine”, série de alfabetos reunindo fontes digitais e cinema.
Tem poemas publicados em diversas revistas e jornais literários, entre os quais “Suplemento Literário de Minas Gerais”, “Mais” (Folha de S.Paulo), “Folhinha” (Folha de S.Paulo), jornal “Nicolau” (Curitiba), revista “Bric-a-Brac” (Brasília), revista “ETC” (Curitiba), revista “Olhar” (Universidade São Carlos) etc.

Henfil

Henrique de Souza Filho, ou Henfil, como assinava, foi um dos mais importantes e criativos desenhistas e cartunistas brasileiros. Nasceu em Ribeirão das Neves, MG, em 1944. Começou a publicar em 1964, em revistas e jornais de Belo Horizonte, quando criou Os Fradinhos.
A partir de 1969 se tornou conhecido em todo o país, publicando no Pasquim e nos principais jornais do Brasil, além de ter colaborado em várias revistas de circulação nacional. Morou dois anos nos Estados Unidos, em Natal (RN), mas principalmente no Rio de Janeiro e São Paulo, centros de sua importante atividade como cartunista e escritor. Entre seus personagens, além dos “Fradins”, como também eram chamados, os mais conhecidos são o “Capitão Zeferino”, a “Graúna” e o “Bode Francisco Orelana”.
Além de incansável escritor e ilustrador de histórias em quadrinhos e cartuns, Henfil trabalhou em teatro, cinema e televisão. Como escritor, publicou seis livros: Diário de um Cucaracha, Hiroxima, meu Humor, Diretas Já, Henfil na China, Fradim de Libertação, Como se Faz Humor Político.
Este livro, A Revolta das Bruxinhas, foi o único de literatura infantil que ilustrou em sua brilhante trajetória. Atualmente são seis os livros que estão a disposição dos seus fãs: a reedição do Hiroshima, meu Humor (primeiro ivro de Henfil), A Volta do Fradim, A Volta do Ubaldo (o Paranóico), A Volta da Graúna, A Graúna Ataca Outra Vez e Henfil, Urubu e o Flamengo, publicados por seu filho Ivan após sua morte.
Ao lado de toda essa atividade artística, Henfil se destacou ainda pela participação na luta política do país, engajando-se nos movimentos contra a ditadura, pela democracia e pela anistia aos presos políticos, inclusive lançando a campanha pelas “Diretas Já”. Quando morreu em 1988 no Rio de Janeiro, aos 44 anos, tinha ajudado – e muito – o povo brasileiro a reconquistar seus direitos políticos, e a democracia já começava a brilhar nos céus de nossa terra.

Humberto Guimarães

Nasceu em Sabará, MG (1947). É formado em Artes Plásticas e Licenciatura pela Escola Guignard, de Belo Horizonte, onde é professor.
Desenhista e pintor, começou a ilustrar no Suplemento Literário do Minas Gerais, em 1970. Mais tarde, dedicou-se a ilustrações para literatura infanto-juvenil, recebendo o prêmio de Revelação do Ano da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), em 1979. A partir daí, seu trabalho passou a ser reconhecido em todo o país. Foi várias vezes “Altamente recomendável” pela Fundação Nacional de Literatura Infantil e Juvenil (FNLIJ). Recebeu menção honrosa em Munique, Alemanha (1985), em concurso internacional de ilustração. Em 1999, ganhou o prêmio “Ofélia Fontes”, também da FNLIJ. Como artista plástico, participou de diversas exposições coletivas no Brasil, tenho recebido prêmios em salões nacionais de arte. Realizou várias exposições individuais de desenho e pintura. Em 1994, recebeu a bolsa Pollock-Krasner Foundation, de Nova Iorque.

Ivana Versiani

Ivana Versiani é mineira. Estudou Letras na UFMG e deu aulas de Português em alguns colégios de Belo Horizonte, depois na UFMG, na Universidade de Wisconsin (Estados Unidos) e na de Toronto (Canadá).
A Revolta das Bruxinhas foi seu primeiro livro infantil. Foi escrito quando suas três filhas eram pequenas, pensando nas bonecas que tinham. Rosana, Marieta, Brígida e Xavier existiram de verdade! (Se de noite a fada vinha buscá-los, nunca tiveram notícia. Mas, também, todos em casa tinham sono pesado.) Pouco tempo depois Ivana foi para a América do Norte, e lá de tão longe achou difícil escrever para os meninos brasileiros. Somente quando voltou, oito anos depois, foi que teve notícia de que A Revolta tinha feito sucesso por aqui, e resolveu continuar, escrevendo outras histórias:
Greve na Escola (São Paulo, ed. FTD); Araponga, Meu Amor (São Paulo, ed. FTD); Quanto Tempo? (São Paulo, edições Paulinas); Irmã com Irmã se Paga (São Paulo, ed. FTD); Tempo de Manga, Tempo de Amor (Rio de Janeiro, ed. Ao Livro Técnico); A Menina de Cabelo Azul (Belo Horizonte, ed. RHJ); Romance da Princesa Enamorada (Belo Horizonte, ed. Formato).
Numa linha diferente, escreveu Ainda uma Vez Adeus! – A Romântica Vida de Gonçalves Dias (pela Dubolsinho), biografia de um de nossos melhores poetas, com uma mini grande antologia, pois é uma seleção de seus melhores poemas.
Atualmente prepara um livro semelhante sobre outro importante poeta brasileiro: Castro Alves.

Ilka Valle de Carvalho

Ilka é pós-graduada em Língua e Literatura Luso-brasileira e Língua Espanhola e Literaturas Hispânicas, com Mestrado pela Universidade de Indiana (1976) e Doutorado pela Universidade da Califórnia (1982), Estados Unidos.
Foi professora de Literatura Espanhola e Hispano-americana na Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
Tem diversos artigos publicados em revistas da UFMG.
Atualmente, entre outras atividades, com destaque para traduções, dedica-se a escrever livros infanto-juvenis de teatro e ficção. Entre estes, publicou Um Pequeno Sonho de Verão, pela Gráfica Editora Cultura (1998) e Dourado e o Mar (2005), pela Editora Dimensão, de Belo Horizonte.
Quim, o Sagüi nasceu de uma pequena viagem que a autora fez ao Caraça, há anos, em companhia de amigos. Árvores, montanhas e bichos deram vida a esse irrequieto macaquinho.

Laís Corrêa de Araújo

Nasceu na cidade de Campo Belo, MG, formando-se em Letras Neo-Latinas com dezoito anos.
Poeta e ensaísta de altíssima qualidade, Laís foi uma espécie de guru de toda uma geração de jovens escritores mineiros, muitos dos quais se tornaram destaques nacionais. Em sua coluna “Roda Gigante”, publicada durante vários anos em jornais de Belo Horizonte, incentivou ao máximo a criatividade, sem qualquer concessão ao lugar comum e à obviedade.
Seu ensaio sobre o grande poeta Murilo Mendes é referência obrigatória para todo estudioso da poesia brasileira.
Publicou seis livros de poesia, três de ensaios, cinco de literatura infanto-juvenil e um com traduções de poetas de várias nacionalidades. Além de livros, tem textos críticos e poemas em inúmeras antologias nacionais e estrangeiras.
Entre outros cargos, foi diretora da Biblioteca Estadual Luiz de Bessa, da Secretaria de Cultura de Minas Gerais.

Luiz Alves

Nasceu em Sabará, uma das mais antigas cidades mineiras, fundada pelos desbravadores que buscavam descobrir as fabulosas minas de ouro, que de fato existiam e pareciam inesgotáveis.
Adolescente, foi estudar no Seminário Redentorista de Santo Afonso, em Aparecida de Norte, SP. Recorda com saudade aquele tempo de estudo (muito) e de devoção (não tanta). Deixou o seminário e foi se casar. Em tom de brincadeira, diz que largou de fazer uma besteira pra fazer outra bem maior.
Voltou para sua terra, virou professor de português e, como ninguém é perfeito – é ele quem o diz – entrou na política. Foi vereador, vice-prefeito e prefeito de sua cidade e conhece a fundo sua história e o problema do negro nos tempos em que Sabará era importante centro minerador e a mais populosa comarca da Capitania de Minas Gerais.
Hoje, afastado da vida pública, continua professor, trabalhando em cursos preparatórios para concursos. Também cronista, este é o seu primeiro livro para jovens, tendo sido encenado inúmeras vezes por diversos grupos, com grande sucesso.

Luiz Bras (Nelson de Oliveira)

Luiz Bras nasceu em Nova Delhi (Índia), há mais ou menos duzentos anos. Ele não gosta muito de falar sobre isso, porque as pessoas fazem cara de espanto, ou então de descrença. Por educação não dizem nada. Mas devem pensar lá com os seus botões: “Olha só que mentiroso de marca maior.” Fazer o quê, né? Como dizer para as pessoas – principalmente para os adultos — que o Luiz nasceu lá na Índia, por volta de 1800? Ninguém acredita! Como dizer para as pessoas – principalmente para os adultos que não acreditam em nada – que o Luiz já foi pirata, imperador, encantador de serpentes, pajé, detetive particular, halterofilista e até astronauta? Que já morou em muitos países, nos cinco continentes? É claro que ele só conseguiu fazer tudo isso porque sempre foi metido a Super-Homem.
Na verdade, Luiz Bras é o supernome literário do Nelson de Oliveira. E, sendo um supernome literário, é também alguém de carne e osso, mas de carne e osso de pura fantasia. Por isso o Luiz é muito mais velho, muito mais experiente, muito mais bonito – muito mais tudo! – do que o Nelson.
Com o nome verdadeiro de Nelson de Oliveira o Luiz já publicou vários livros: Quem é Quem Nesse Vaivém (editora FTD), O Sumiço das Palavras (editora Saraiva) e Mais Dia Menos Dia, a Paixão (editora Hedra), entre outros. Com o seu supernome mesmo, A Última Batalha dos Paratintins é o terceiro livro que o Luiz Bras publica. O primeiro se chama Para Onde Vai a Vida?, e saiu pela editora Lamparina. O segundo, São Paulo e o Imperador da China, saiu pela editora Alaúde. Inúmeros outros virão, pode apostar. Imaginação é o que não falta a esse Super-Homem tupiniquim.

Luiz Roberto Guedes

Mistura de mineiro com paulista, é um escritor tão divertido quanto sério, respeitado e gostado por pequenos e grandes.
Poeta, escritor e tradutor, LRG nasceu e vive em São Paulo, onde trabalha em publicidade.
No campo da literatura infanto-juvenil, publicou os álbuns Planeta Bicho, poemas para crianças (FTD) e aventuras como Lobo, Lobão, Lobisomem e Anjos do Mar (ambos pela Editora Saraiva), Armadilha para Lobisomem (Cortez) e Treze Noites de Terror – treze contos fantásticos (Editora do Brasil).
Para adultos, é autor de Calendário Lunático — Erotografia de Ana K (Ciência do Acidente), e organizou Paixão por São Paulo, antologia poética paulistana (Terceiro Nome), em homenagem aos 450 anos da cidade. Em parceria com o poeta Claudio Daniel, traduziu poetas de língua hispânica, reunidos na antologia neobarroca Jardim de Camaleões (Iluminuras), e colaborou na antologia poética do cubano José Kozer, Íbis amarelo sobre fundo negro (Travessa dos Editores).
Sob o pseudônimo de Paulo Flexa, é letrista e parceiro de compositores como Luiz Guedes & Thomas Roth, Beto Guedes, César Rossini , Ronaldo Rayol e Ivaldo Moreira.
Em 2006 está lançando dois novos livros, O Mamaluco Voador (Travessa dos Editores) e O Livro das Mákinas Malukas, pela Dubolsinho.

Manoel Lobato

Desde que se formou em Farmácia, em 1949, vem exer¬cendo a profissão de farmacêutico. É também jornalista desde os tempos de universitário no Rio de Janeiro, então capital da República. Foi nessa época repórter e cronista. Também Bacharel em Direito, advogou poucos anos.
Aposentado como redator do Minas Gerais, diário oficial do Estado. Desde 1996 escreve todo dia (menos às segundas-feiras) uma crônica no jornal O Tempo, de Belo Horizonte.
Nasceu no interior mineiro, na pequena Açaraí, em dezembro de 1925.
Além de Cordão de Prata, seu único livro para jovens, publicou Garrucha 44, Contos de Agora, Os Outros são Diferentes, Flecha em Repouso, O Antúrio não é uma Flor Séria, O Cântico do Galo, A Brisa e o Lenço, O Anjo e o Anticristo, todos de contos, e os romances Mentira dos Limpos, A Verdadeira Vida do Irmão Leovegildo, Pagulogo, o Pontífice, O Segredo do Bilhete, Abraços Para as Árvores, Um Metro e 51, além da novela Somos Todos Algarismos.
É reconhecido nacionalmente pela alta qualidade de seu texto, tendo recebido elogios até de Guimarães Rosa.

Mariângela Haddad

Vive experimentando técnicas novas para seu desenho, que é sempre bonito, colorido e vibrante. Cada novo livro ilustrado pela inventadeira Mariângela é uma aventura nova e um novo caminho no labirinto das técnicas e da arte de desenhar cada vez mais bonito, mais colorido e mais vibrante. Além de viver em Belo Horizonte, também vive inventando moda por aqui e por ali.
Seus esportes favoritos são natação e sumir quando a gente mais precisa dela. Sabemos que ganhou muitos prêmios e ilustrou zilhões de livros – mas cadê eles, prêmios e livros? Por enquanto, e até ela reaparecer, transformada em fada ou abóbora (nunca se sabe!), a biografia fica assim mesmo.

Mario Vale

Nasceu e mora em Belo Horizonte. Polivalente, tanto ilustra quanto escreve, ficando até difícil saber se é melhor como escritor ou como ilustrador.
Formou-se em Direito pela Universidade Católica de Minas Gerais e estudou desenho industrial na FUMA.
É artista plástico, cartunista, programador visual e autor de livros infantis. Faz ilustrações para livros, jornais e revistas, e desenhos animados para televisão, como as vinhetas veiculadas diariamente pela Rede Globo (Plim Plim) Também trabalha com arte-educação, ensinando técnicas de recorte, colagem e dobradura em papel.
Ministrou vários cursos e oficinas de criatividade, inclusive para o Festival de Inverno da UFMG.
Tem 12 livros publicados, alguns deles ultrapassando a marca de 100.000 exemplares vendidos, por todo o país, como Picote, o Menino de Papel ( feito com recortes, colagens e dobraduras ).
Como autor de livros infantis, artista plástico e cartunista já recebeu diversos prêmios, entre eles:
Altamente Recomendável, pela FNLIJ; Jabuti, pela Câmara Brasileira do Livro; selecionado no Programa Salas de Leitura, do MEC; prêmio aquisição Salão Global de Inverno 1973; prêmio de desenho no V Salão Nacional de Arte da PBH, 1973; 1º prêmio Cartum no XIII Salão Internacional de Piracicaba, 1995; 1º prêmio Cartum no I Salão Internacional da Bahia, 2001; 1º prêmio Cartum V Salão Internacional de Pernambuco, 2003; menção honrosa no V Porto cartoon – Portugal, 2003;
Atualmente trabalha para o jornal “Hoje em Dia”, de Belo Horizonte, onde tem uma coluna diária, pro “Jornal do Brasil” – RJ e em ateliê próprio, em ilustração, projetos gráficos e artes plásticas.

Marta Neves

Das mais importantes artistas plásticas brasileiras da atualidade, Marta mistura leveza, sutileza e desaforo crítico em sua obra.
Fez dois cursos de graduação na Escola de Belas Artes da UFMG: desenho e cinema de animação. Na mesma escola fez também mestrado em artes plásticas.
Além de trabalhar como ilustradora e autora de livros infanto-juvenis também se professora de Estética na PUC-MG e no Unicentro Newton Paiva.
Em sua carreira de artista plástica tem participado de exposições e eventos importantes no Brasil e no exterior, como na Bienal do Mercosul, 2001 (Porto Alegre). Expôs com outros artistas no importante Centro Cultural Wifredo Lam, de Havana, Cuba (2002) e integrou exposição que fez parte do “Ano do Brasil na França” em 2005.
Gosta de desenhar, mas trabalhos com imagens digitalizadas, colagens e até bordados entram na sua produção. Para ela, vale jogar à vontade com todas as técnicas, ferramentas e idéias disponíveis. Tudo tem sua graça e o melhor trabalho... ah, é sempre o próximo que vai fazer!

Milton Nascimento

Nasceu no Rio de Janeiro, mas foi para Três Pontas (MG) com menos de dois anos de idade, na companhia dos pais adotivos. Portanto, mesmo sendo carioca, tornou-se conhecido como o principal responsável pela projeção da moderna música de Minas Gerais.
Desde cedo tinha consciência de sua voz extraordinária e começou aos 13 anos como crooner, profissão que buscou resgatar recentemente com o CD Crooner, de 1999. Na adolescência integrou o conjunto Luar de Prata com Wagner Tiso, cuja mãe lhe deu as primeiras noções de piano.
Transferiu-se para Belo Horizonte a fim de estudar Economia, e lá conheceu alguns músicos que viriam a ser seus parceiros, como Márcio Borges, seu irmão Lô Borges e Fernando Brant.
Na capital mineira participou de diversos conjuntos e foi em 1965 para o Rio de Janeiro, aonde chegou a gravar com o grupo Sambacana. Participou de festivais em 1966 e 67, quando obteve o segundo lugar com Travessia, sua e de Fernando Brant, e ganhou o prêmio de melhor intérprete.
Gravou o primeiro disco nesse mesmo ano, viajando em seguida para os Estados Unidos, onde grava Courage, em 1968. A partir daí gravou discos que marcaram época, como Milton, Minas, Gerais, Milagre dos Peixes e os dois volumes de Clube da Esquina, que acabaram intitulando toda a geração mineira emergente: Lô Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nivaldo Ornellas, Nelson Ângelo, Tavito e outros.

Mônica Versiani Machado

Nasceu em Belo Horizonte, mas viveu a infância e a adolescência em Ouro Preto, a terra dos Inconfidentes, entre velhos sobrados e fantasmas de poetas apaixonados. É pedagoga e autora de vários livros de literatura infanto-juvenil, tendo em sua coleção um bonito “João-de-Barro”, um dos mais importantes prêmios brasileiros, conquistado com Manhas Comuns, publicado pela RHJ Livros.
Depois de trabalhar (e escrever) muitos anos em BH voltou para Ouro Preto, onde mora, trabalha e escreve atualmente, além de viver, é lógico. Também adora bordado em pano e é nessa atividade que gasta boa parte de seu tempo livre.
Divide a casa com duas cachorras de estimação, Lurdes Maria e Madona, que também dividem a cama com ela toda santa noite. E aí dela se não se comportar! Sorte é que as pulgas das cachorras são amestradas e detestam sangue humano. Parece que foram amestradas por um vampiro europeu, daqueles bem durões, que não tremem diante réstias de alho, cruzes ou balas de prata.

Oscar Bessi Filho

Gaúcho de Porto Alegre, saiu da capital ainda garoto e, aos oito anos, foi morar em Montenegro/RS.
Ganhou diversos prêmios literários. Publica crônicas e apresenta um programa sobre literatura aos sábados, desde 2005, na TV Cultura Vale do Caí (RS).
Capitão da polícia militar (na qual ingressou em 1990), comandou pelotões especiais e companhias de policiamento na zona norte da capital, em Canoas/RS, e – por cinco anos – naquela que já foi considerada a cidade mais violenta do Rio Grande do Sul: Alvorada.
Com experiência em áreas de forte conflito urbano, é professor de Filosofia de Polícia Comunitária e Sociologia da Violência , nos cursos de aperfeiçoamento de soldados e sargentos da PM.
Também é vice-presidente administrativo da Associação Gaúcha de Escritores. Este é seu quinto livro publicado e sua estréia, em alto nível, na literatura para jovens.

Otávio Ramos

Otávio Ramos nasceu no finalzinho da primeira metade do século 20. Do mesmo modo que Darwin e Einstein, foi um aluno apenas regular.
Escreveu sua primeira história aos nove anos de idade. Isto é, o texto era infantil e o autor também. Depois que cresceu, publicou algumas obras de poesia e prosa para adultos e o infanto-juvenil Pequena História de um Anão (RHJ Livros, Belo Horizonte, 1999). O livrinho quase que ganha o Grande Prêmio para Pequenas Histórias de Anões, do Jockey Club do Brasil.
Publicou ainda vários livros de poesia e prosa para adultos. Com tantos autores da Dubolsinho tem um texto altamente elaborado e sofisticado, sendo um dos mais importantes prosadores de sua geração, reconhecido por livros com Obras Completas – Tomo I, O Juízo Final, Pise Devagar, Você está Pisando nos meus Sonhos e A Teia Misteriosa do Mundo, entre outros.

Pati Woll (Patricia Maria Woll)

Nasceu e cresceu na Alemanha, onde até hoje vivem seus pais. Apaixonada pelo Brasil, especialmente por sua música e artes, tem um sotaque muito engraçado, até parece ter chegado ontem!
Estudou e se formou em Design Gráfico na Escola de Artes e Ofícios de Basiléia, na Suíça.
Em seguida, viajou durante alguns anos por vários paises, sempre trabalhando com artes gráficas e programação visual.
Vive no Brasil desde 1987, mais exatamente em São Paulo, cidade que adora por ser enorme e ter um pouco de todas as outras cidades do mundo, principalmente comida indiana.
Já fez ilustrações para publicidade (Colgate, Smirnoff, Unibanco); vinhetas para programas da TV bandeirantes; participou da exposição “The story of Berlim”, transferindo uma gravura do inicio do século 20 para um pano de seda com 34 m de cumprimento.
Além disso, fez diversos trabalhos para a Revista Criativa, IG (portal da internet), Natura, Editora Thot (material didático para trabalhos de terapia), ONG “polis” (cartilhas didáticas sobre cidadania em geral e plano diretor).
Em literatura infantil ilustrou Belo Horizonte, para a Editora Alaúde.

Rita Espeschit

Mineira de Belo Horizonte, Rita é poeta, cronista e autora de livros infanto-juvenis. Publicou os primeiros poemas no Suplemento Literário do Minas Gerais, em meados dos anos 70. Em 1980 sai o livro de poemas Gardênias & Tarântulas. Em 1985, Lua Gorda, pelas Edições Dubolso, de Sebastião Nunes. Em 1997, Par-ou-ímpar, coletânea de poemas em parceria com Mário Flecha, pela coleção Poesia Orbital.
A partir de 1995 a autora começa a publicar livros destinados ao público infantil e infanto-juvenil: Mora um Anjo no meu Nariz (editora Lê), Marcha, Soldado, Cabeça de Miguel (Lê), O Monstro que me Ama (Global), Minha Mãe, a Elefanta (Global), Ovo de Avião (Formato), Caolho, o Pirata (Armazém de Idéias), O Livro Mágico da Bruxinha Nicolau (Atual), Tiro no Escuro (Lê), Byte Coração (Global) e Filhote de Fada (Dubolsinho).
Alguns deles ganharam prêmios como o Jabuti (SP), João de Barro (BH), Cruz e Souza (Santa Catarina) e Concurso Nacional do Paraná, entre outros.

Sandra Bianchi

Natural de Uberlândia. MG. Dos primeiros meses aos 19 anos morou na também mineira cidade de Sacramento. Sempre gostou de desenhar e, por essa razão, em 1970 chegou a Belo Horizonte para estudar artes plásticas. Nesse mesmo ano, iniciou curso na Escola de Belas Artes da UFMG. Em 1974, estava graduada em desenho e gravura, e de aluna passou a professora de desenho na mesma escola, onde lecionou até 1997.
A partir de 1995, intensificou suas atividades como ilustradora de livros infanto-juvenis. Foi quando recebeu o prêmio de ilustração do ano, da Câmara Brasileira do Livro, pela fábula A Viagem do João-de-Barro, de Priscila Freire.
Divide seu tempo entre várias atividades. Dentre elas, considera a mais prazerosa o trabalho que realiza junto ao Grupo de Teatro de Bonecos Giramundo, onde é responsável pela modelagem de cabeças, pintura de bonecos e, eventualmente, pela pintura de cenários. É ainda uma das quatro sócias do escritório de ilustração “Círculo Cinco”. Nesse espaço, dá aulas de aquarela, pintura e desenho, além de fazer trabalhos de ilustração. E também professora do curso de Design, na Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC).

Sebastião Nunes (Nuvens)

Escritor, editor e artista gráfico, já publicou 15 livros de poesia e prosa para adultos, além de vários outros de literatura infanto-juvenil. Foi publicitário durante muitos anos, mas hoje se dedica apenas a escrever, ilustrar, diagramar e editar. Mas só começou a publicar textos para jovens em 1996, quando já estava careca e de barbas brancas, inspirado pelas filhas Teresa e Alice, então com 10 e 5 anos. Por isso mesmo, como escritor “adulto”, tem mais de 30 anos de carreira, e apenas 10 como escritor “infantil”.
Em 1999, diante da dificuldade de editar novos trabalhos, fundou com um grupo de outros autores, ilustradores e amigos a Dubolsinho, com o objetivo de lançar livros bons e bonitos, produzidos pelos cotistas-fundadores e também por autores e ilustradores convidados.
Aos domingos, já lá se vão cinco anos, publica uma crônica de meia página no jornal O Tempo, com suas próprias ilustrações, quase sempre colagens e intervenções sobre pinturas, desenhos e fotos. Por falar nisso, uma das características de seu trabalho é a interação entre imagem e texto, pelo que ficou conhecido entre amigos e desafetos como autor multimídia, seja lá o que isso signifique.
Como curiosidade, costuma assinar seus livros adultos com os mais variados “codinomes”, entre os quais Sebastunes Nião, Sabião Bestunes, Bastião Nu, Sebunes Nastião e todos os que lhe vêm à cabeça. Por isso mesmo, e para separar sua prosa altamente satírica e corrosiva destinada aos adultos da leve, sutil e bem-humorada para jovens, assina essa última com o sobrenome “Nuvens”, inventado por sua mulher, Zélia.

Silvio Costta

Nascido em São Paulo, é formado em Jornalismo e possui licenciatura em Filosofia.
Escritor de livros e peças infantis de teatro. Atua como ator profissional. (Cooperativa Paulista de Teatro) e contador de histórias.
Como palestrante e professor, ministra cursos de musicalização e expressão corporal para professores do SIEEESP – Sindicato das Escolas Particulares de SP, e escolas das redes municipal e estadual.
Estreou em literatura em 2005, lançando na Bienal Internacional do Livro, Rio de Janeiro, a coleção O Homenzinho da Caverna e os Sons que ele Descobriu, em quatro volumes, pela Editora Ibep-Nacional .(livros inclusos no PNLD-SP e Projeto Ler e Escrever da Prefeitura Municipal de S. Paulo) do mesmo ano.
Em 2006, lançou o livro infantil: As Palavras que Apareceram no Dia em que o Gato Sumiu, pela Editora Ave-Maria
Tem 42 anos, é casado e tem dois filhos.